terça-feira, 6 de outubro de 2015

PM promove palestras sobre gerenciamento de conflitos agrários para alunos do CFSd 2015


Aprimorar a formação dos futuros soldados da Polícia Militar de Sergipe. Este foi o objetivo do ciclo de palestras sobre Gerenciamento de Conflitos Agrários, ocorrido na manhã da segunda-feira, 05, no auditório do Tribunal de Justiça de Sergipe. O evento encerra as instruções teóricas da disciplina Mediação de Conflitos, ministrada no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) para cerca de 400 alunos do Curso de Formação de Soldado (CFSd/2015).

Três palestrantes discorreram sobre o tema central a partir de subtemas, com o intuito de tornar o assunto mais didático e facilitar o aprendizado por parte dos discentes. O soldado Anderson Santana, membro do Gabinete de Gerenciamento de Crises e Conflitos da PMSE (GGCC) foi o primeiro palestrante do encontro e falou sobre a História dos Conflitos Agrários em Sergipe, destacando a importância da ação policial fundamentada no Manual de Diretrizes Nacionais para Execução de Mandados Judiciais de Manutenção e Reintegração de Posse.

O oficial de Justiça Cleriston Alves deu sequência aos trabalhos, com uma palestra sobre a Central de Mandados do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. Na oportunidade, o convidado destacou a Integração entre Poder Judiciário e Polícia Militar de Sergipe para o cumprimento dos mandados de reintegração de posse.

O terceiro palestrante foi o major PM Iran Rocha, um dos instrutores da disciplina Mediação de Conflitos no Curso de Formação de Soldado e ex-coordenador do GGCC. O oficial versou sobre os Procedimentos Operacionais para o Cumprimento de Mandados de Reintegração de Posse de Forma Pacífica ou com o Uso Diferenciado da Força. A expectativa do major é que este ciclo de palestra contribua para a formação mais consciente dos novos profissionais de segurança pública.

“Acredito na formação de uma nova mentalidade dos policiais militares, em detrimento do que foi visto há cerca de 20 anos, quando imperava a violência, o uso da força e da truculência para ‘combater’ manifestações sociais. As instruções vêm esclarecer os jovens soldados sobre o trabalho de negociação com os movimentos sociais. Desta forma, ganham tanto os que reivindicam como os policiais militares, que cumprem o mandado de justiça de forma imparcial, pacífica e sem o uso da violência”, ressaltou o major Rocha.

fonte:http://www.pm.se.gov.br/pm-promove-palestras-sobre-gerenciamento-de-conflitos-agrarios-para-alunos-do-cfsd-2015/

Estudantes recebem reconhecimento em festival das artes


Crianças da escola dos Guido assinam promessa contra o bullying
Esta tarde, crianças de quarto e quinto grau da escola dos Guido em desamparados, elevaram a sua mão para apoiar uma promessa na qual se comprometem a luta contra o bullying.

A iniciativa cabe ao programa "Sou grande" Impulsionado pela força pública e que pretende criar uma cultura de não violência entre os estudantes.

Este programa tem dois anos na escola dos Guido e conta com o apoio e patrocínio da Embaixada dos Estados Unidos.

Para esta oportunidade a qiu de segurança pública, Maria Fullmen Salazar e o vice-Director-Geral da força pública entregaram um reconhecimento a dois estudantes, que por sua própria iniciativa escreveram um conto, cuja história luta contra o bullying.

As estudantes Natalie Silva e kisha neto explicaram que antes de se conhecer do programa "Sou grande" conheciam de repetidos casos de violência entre os estudantes, e uma vez que receberam os primeiras ideias sobre como dizer não, as inspirou para escrever uma história e Participar com ela no festival das Artes Estudantil.

Tal criação foi reconhecida no distrito com o prémio na sua categoria e em breve irá participar no concurso regional.

A docente das raparigas, Marta moncada as apoiou desde o início e foi firme nas suas declarações ao dizer que a violência nesse centro educativo se diminuiu em quase sua totalidade.

fonte: Fuerza Pública de Costa Rica

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PM de Roraima lança concurso de desenho e redação


Solenidade de lançamento de concurso para alunos da rede pública e privada marca comemorações de 40 anos da Polícia Militar
Por Minervaldo Lopes
Em 22/09/2015 às 00:48
Crianças são o alvo da premiação cujo tema é “A Polícia Militar e a Minha Comunidade” 
Em solenidade que reuniu autoridades da segurança e estudantes de escolas públicas, a Polícia Militar de Roraima (PMRR) lançou, na manhã de ontem, o Prêmio Forte São Joaquim, ação que marcou o início das comemorações de 40 anos da corporação no Estado.

Conforme o comandante-geral da PM, coronel Santos Filho, a iniciativa visa aproximar a comunidade das ações desenvolvidas pela PM em todo o Estado. “A característica marcante das crianças é a sinceridade, e nós buscamos, com isso, ouvir o que elas pensam da nossa instituição e torná-las participes das nossas ações. Por esse motivo, foi criada essa premiação que, além de valorizá-las como membros importantes da sociedade no futuro, marca também o início de uma série de atividades relativas à comemoração dos 40 anos da PM no Estado”, frisou.

O concurso premiará os três primeiros colocados em duas categorias: Desenho e Redação.  Os inscritos deverão compor materiais que estejam de acordo com o tema “A Polícia Militar e a Minha Comunidade”. A taxa de inscrição é um quilo de alimento não perecível ou um brinquedo novo ou em condições de uso.

Para participar da categoria Desenho, o candidato deve ter no máximo 10 anos de idade e estar matriculado na rede pública ou privada de ensino. Não há limite do número de materiais por escolas, no entanto, cada aluno só poderá enviar um único desenho.

Na categoria Redação, a idade máxima deve ser de até 14 anos de idade, devendo o candidato estar vinculado à rede pública ou privada de ensino. Da mesma maneira que a categoria anterior, não há um limite do número de redações por escolas, mas cada aluno poderá participar com uma única redação.

A premiação para a Redação será a seguinte: o primeiro colocado ganhará um notebook, o segundo um tablet e o terceiro uma máquina digital. Para a categoria Desenho, o primeiro colocado levará para casa um tablet, o segundo colocado um kit estudantil e o terceiro um kit de desenho.

Estudante da Escola Municipal Ioladio Batista da Silva, no bairro São Bento, zona Oeste, Vitória Golvêa, de 09 anos, participará da categoria desenho e está empolgada para começar os trabalhos. “Eu gosto muito de desenhar e a minha professora disse para participarmos desse concurso. Eu ainda não sei o que farei, mas estou muito animada para tentar ganhar o prêmio da primeira colocação”, afirmou.

As inscrições vão até o dia 31 de outubro e as fichas de inscrição podem ser obtidas no site da PM (www.pm.rr.gov.br) ou na sede do Comando-Geral, localizada na Avenida Ene Garcez, bairro Mecejana.  

“Fazer parte da história de uma corporação militar é extremamente importante e, para nós, da rede municipal, é histórico. Às vezes, a questão da área militar é vista por eles como algo magnífico, e essa preocupação com a educação vêm a casar com a filosofia de oferecer qualidade de ensino que a Prefeitura de Boa Vista possui. Acredito que isso vai favorecer o que nós já desempenhamos”, parabenizou a coordenadora de Formação Continuada da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Boa Vista (SMEC), Joseane Cristine.

ATIVIDADES – O aniversário da Polícia Militar de Roraima será comemorado no dia 26 de novembro. Até lá, várias atividades serão promovidas ao longo dos meses de outubro e novembro. O calendário de atividades está sendo montado. (M.L)

fonte: http://www.folhabv.com.br/noticia/PM-lanca-concurso-de-desenho-e-redacao/10120

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Grades viram estante improvisada para livros em presídio de MS


Estratégia de leitura é para despertar interesse nos presos, diz Agepen.
Cerca de 50 detentos usam livros por mês no Presídio de Trânsito.

Se os presos não vão até os livros, os livros vão até eles durante o banho de sol no Presídio de Trânsito de Campo Grande (PTran). No local, as grades que separam a quadra de esportes do corredor de acesso também servem de estante improvisada.

A estratégia de leitura é usada para despertar curiosidade dos internos, segundo a chefe da Divisão de Assistência Educacional da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Elaine Arima Xavier Castro.

“É uma forma de estimular realmente a leitura, onde os presos começam vendo a capa e, posteriormente, se sentem curiosos em lê-los”, disse ao G1.

O preso Jackson Pereira Cavalcante foi um dos alcançados pela iniciativa. Ele diz que aproveita para ler enquanto cumpre pena por roubo. “Uns quatro livros eu já peguei […] mas agora meu livro de preferência é a Bíblia. Gosto muito de geografia, história do Brasil, essas coisas, gosto de ler sobre a nossa América aqui”, contou.

Quem faz o trabalho colocar o material nas grades também está preso do local, Amaral Basana de Oliveira, 37 anos.

Ele usa um carrinho para levar parte dos livros da biblioteca até o corredor e arruma um por um nos espaços entre as grades do pátio. Além dos livros em exposição, os presos também têm acesso à relação de livros da biblioteca.

Oliveira estudou até o 1º ano do ensino fundamental e também é responsável pelo aluguel dos materiais e controle de cada empréstimo. Ele diz que trabalha principalmente por ter o benefício da remissão da pena.

“Faço anotação da cela, nome do interno e nome do livro. O interno tem uma semana para me devolver o livro, aí se ele não devolve, eu entro até a galeria, até a cela onde o interno se encontra aí eu cobro e peço de volta, pergunto porquê não entregou no dia certo. Se foi pelo motivo de não ter terminado a leitura daquele livro eu amplio o prazo para o interno estar me devolvendo”, relatou.

Quando acaba o banho de sol, ele recolhe o material e leva de volta para a biblioteca. O Presídio de Trânsito atualmente tem cerca de 500 livros e média de 50 internos por mês que usam os materiais da biblioteca, segundo a Agepen. A biblioteca da unidade tem enciclopédias, livros didáticos, paradidáticos e de leitura diversa, mas os preferidos dos presos, segundo Elaine, são os de romances e autoajuda.

Ela conta que o estímulo à leitura também influencia alguns presos a estudar e ajudar outros internos. “Temos um preso formado em educação física que empresta os livros didáticos da biblioteca e ensina os não alfabetizados a ler, escrever e na iniciação da matemática”, ressaltou.

Acervo
A iniciativa faz parte do projeto de leitura desenvolvido em todas as unidades prisionais do estado. Atualmente são 28 acervos bibliográficos, divididos em espaços próprios ou locais adaptados, como no PTran. Cerca de 15 mil livros estão catalogados nos acervos dos estabelecimentos penais do estado.

Entre as unidades, o Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho e o Instituto Penal de Campo Grande (IPCG) se destacam pela grande quantidade de livros, sendo este último o que tem maior procura de leitores. Na Penitenciária Estadual de Dourados a oferta de livros também é grande.

Parte do acervo é composta por materiais doados por terceiros. Interessados em fazer doações de livros devem entrar em contato com a Divisão de Educação da Agepen pelos telefones (67) 3901-1438/1439 ou entregar o material diretamente nos estabelecimentos penais.

A Agepen ressalta que as bibliotecas do estado já têm grande quantidade de livros de direito desatualizados e enciclopédias antigas, por isso, o ideal seriam doações de livros de assuntos religiosos, autoajuda, romances e outros tipos.

fonte: Gabriela Pavão, no G1

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Projeto de cultura pela paz através de diversas oficinas nas escolas públicas

Movimento Sepé Tiaraju é apresentado

Projeto de cultura pela paz será desenvolvido em Passo Fundo no final do mês de agosto através de diversas oficinas nas escolas públicas

Movimento Sepé Tiaraju é apresentado
Reunião de apresentação do Movimento Sepé Tiaraju foi realizada no auditório da Promotoria de Justiça de Passo Fundo
O Movimento Sepé Tiaraju, que desenvolve ações para valorizar a educação e a cultura da paz em casa, no ambiente escolar e na sociedade, foi apresentado para a comunidade passo-fundense na tarde de quarta-feira (11), no auditório da Promotoria de Justiça. Esse foi o primeiro encontro realizado no município para organizar o lançamento do projeto que acontecerá em agosto. A organização do evento estima a elaboração de aproximadamente 30 oficinas simultâneas sobre temas que cultivem a paz. As atividades serão realizadas nas escolas públicas. Os interessados têm até o dia 10 de julho para enviar as propostas de oficinas.

O projeto iniciou em Santo Ângelo em 2011 e se espalhou para outros municípios do Estado como Santa Maria, Porto Alegre, Palmeira das Missões e agora em Passo Fundo. Na reunião realizada em Passo Fundo participaram representantes de órgãos públicos relacionados à educação, organizações não governamentais e atores sociais ligados à temática (Igrejas, Federação Espírita, grupos de escoteiros, universidade, faculdades, entre outros). A reunião teve como objetivo apresentar o projeto, organizar o evento e estimular a elaboração das oficinas que acontecerão nas escolas públicas. O público-alvo são alunos, pais, professores, funcionários das escolas e comunidade em geral.

De acordo com a promotora de Justiça da Infância e da Juventude de Santa Maria, Ivanise Jann de Jesus, o movimento Sepé Tiaraju tem como objetivo a valorização da educação através de uma cultura de paz. “É fomentado a paz através de oficinas ministradas por pessoas da comunidade e de outros municípios que já desenvolveram essas atividades. São abordados diversos temas de forma multidisciplinar enfatizando a questão da resolução dos conflitos através da paz, sem violência e agressão, e sem passar pela judicialização”, destacou a promotora.

A Conferência de Lançamento do Movimento Sepé Tiaraju em Passo Fundo deverá acontecer no dia 28 de agosto. As oficinas serão desenvolvidas nas escolas na manhã do dia 29 e apresentadas na parte da tarde. No dia 30, uma atividade deverá encerrar o evento em uma praça central da cidade. Os locais ainda serão definidos. Informações pelo telefone (54) 3313-5330.

O Movimento Sepé Tiaraju, inspirado no chefe indígena dos Sete Povos das Missões, considerado um herói para o seu povo, é articulado pelo Ministério Público com entidades que integram o Fórum da Paz (Instituto Francisco Valdomiro Lorenz, Brahma Kumaris, Fergs, Amergs, Instituto Junguiano do RS, Vivendo Valores, Grupo Estratégico de Gestão Socioambiental - Banrisul).

Principais objetivos do projeto:
- Desenvolver ações para valorização da educação como instrumento do desenvolvimento pessoal, social e econômico;
- Contribuir para a construção de uma cultura de paz nas escolas;
- Organizar uma rede de palestrantes voluntários sobre a temática;
- Valorização da educação escolar;
- Difundir a ideia de que a Educação é um direito-dever construindo um discurso de responsabilidade dos pais e parental;
- Contribuir para redução de índices de evasão e reprovação escolar.

Palavras-chave:cidadeprojetoSepé Tiaraju
Créditos: Natália Fávero/ON
fonte: http://www.onacional.com.br/geral/cidade/50546/movimento+sepe+tiaraju+e+apresentado

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Confira 12 apps que combatem a violência contra a mulher

Criado em 04/03/15 15h32 e atualizado em 10/03/15 

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que uma em cada três mulheres no mundo é vítima de violência. As tecnologias digitais, como meios de acesso à informação, podem ajudar essas vítimas a se protegerem. Confira 12 aplicativos e sites que contribuem para o combate à violência contra a mulher:

Clique 180 Minha Voz PLP 2.0 Dona Maria
Agentto For You SOS Mulher (1) Lei Maria da Penha
SOS Mulher Chega de fiu-fiu Parto Humanizado Circle of 6
Clique 180

Aplicativo Clique 180
O Aplicativo Clique 180 é uma nova opção para que a sociedade busque informações e possa fazer denúncias dos casos de agressão presenciados. O aplicativo já está disponível nas lojas virtuais dos smartphones com sistemas operacionais, iOS e Android. O Clique 180 está também na internet, no endereço www.clique180.org.br, com as mesmas funções e informações.

Minha Voz

O programa "Minha Voz" é um dos vencedores do Hackathon, uma maratona hacker organizada pela Câmara dos Deputados em 2014. O projeto foi selecionado entre oito propostas relacionadas ao tema "Violência Contra a Mulher". Além de mapear os serviços públicos disponíveis para vítimas de violência do sexo feminino, o aplicativo conta com espaços para depoimentos e incentivo a denúncias.

PLP 2.0

PLP 2.0
O aplicativo PLP 2.0 tem o objetivo de facilitar o socorro a mulheres de todo o Brasil. A ferramenta está conectada a uma rede de cinco contatos da usuária e a entidades públicas e privadas. O projeto é a extensão do programa Pomotoras Legais Populares, que já funciona no Rio Grande do Sul, em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado. A ferramenta foi desenvolvida pelas ONGs brasileiras Instituto Géledes e THEMES Gênero, Justiça e Direitos Humanos.

Dona Maria

Já o programa "Dona Maria" visa conscientizar a população sobre as desigualdades de gênero no processo eleitoral, inclusive no que diz respeito ao financiamento de campanhas e promover uma rede de apoio a candidaturas femininas. O projeto também foi desenvolvido durante a maratona hacker da Câmara dos Deputados.

Agentto

O aplicativo Agentto é um sistema de alarme conectado a uma rede de confiança formada por 12 pessoas selecionadas pela usuária. O aplicativo permite informar quando algo de errado está acontecendo. Há espaço para a criação de comunidades reunindo grupos específicos. Está disponível para Android e IOS.

For You

O aplicativo For You é voltado para adolescentes vítimas do chamado “slut shaming”, discriminação que as mulheres sofrem quando vazam na internet fotos ou vídeos íntimos. O projeto foi desenvolvido por seis adolescentes de 16 anos para acolher essas meninas. Na ferramenta, há espaço para conhecer e conversar com outras vítimas. Enquanto o aplicativo ainda não é viabilizado financeiramente, o grupo criou uma página para divulgação no Fecebook.

SOS Mulher (1)

Para denunciar a violência doméstica, o Estado da Paraíba desenvolveu o aplicativo SOS Mulher, para que mulheres em situação de risco tenham um mecanismo de denúncia. Quando acionado, o aplicativo manda um sinal para o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), que envia uma viatura para verificar a situação. No estado, o aplicativo 'S.O.S Mulher' se soma aos atendimentos psicossocial, acompanhamento jurídico e casa abrigo.

Lei Maria da Penha

Lei Maria da Penha 
Para quem quer entender melhor os direitos que a Lei Maria da Penha assegura, o aplicativo de mesmo nome permite acesso aos artigos da lei que protege mulheres contra violência doméstica e sexual. Desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU), a ferramenta está disponível para Android gratuitamente.

SOS Mulher (2)

O segundo aplicatido de nome SOS Mulher tem o objetivo de facilitar o acesso á informação sobre os mecanismos de defesa contra a violência contra a mulher. A ferramenta tem um geolocalizador, que permite detectar onde a usuária se encontra e mostra os serviços de apoio disponíveis ao redor. O aplicativo também conta com intruções para encaminhar a mulher aos órgãos de apoio, onde ela poderá fazer denúncias de violências por ela sofridas.

Chega de fiu-fiu

Chega de Fiu fiu 
O mapa Chega de fiu-fiu é uma plataforma colaborativa que permite mapear os pontos de risco para mulheres de todo o Brasil. Lá é possível compartilhar anonimamente pontos onde se sofreu violência. O aplicativo conta com as seguintes categorias: assédio verbal, assédio físico, ameaça, intimidação (stalking), atentado ao pudor, estupro, violência doméstica e exploração sexual.

Parto Humanizado

Parto Humanizado 
Batizado de "Parto Humanizado", um app explica as diferenças entre os diversos tipos de partos e alerta as gestantes sobre medidas desnecessárias. A plataforma oferece também formas de denúncia caso a mulher sofra algum tipo de violência antes, durante e após o parto. O aplicativo, desenvolvido também durante o Hackathon, promete ajudar mulheres grávidas que queiram realizar parto normal e também a evitar a chamada violência obstétrica. A usuária pode, ainda, elaborar seu plano de parto e enviar via e-mail para o médico ou ainda, procurar no mapa por parteiras, doulas e grupos de apoio. No momento, ele está disponível somente para dispositivos Android, contudo, os criadores esperam liberar em breve versões para iOS e Windows Phone.

Circle of 6

Com o slogan “um aplicativo que previne a violência antes que aconteça,” o Circle of 6 permite escolher seis pessoas em seu círculo de amigos. Se você estiver perdida e precisa de uma carona ou não sabe onde está, você toca no ícone do aplicativo e ele envia um texto para o seu círculo com a sua localização GPS. Caso você esteja em um encontro desconfortável: o aplicativo pode enviar uma mensagem para o seu círculo e alertá-las para ligar para você, te salvando da roubada. Este aplicativo está disponível para dispositivos da Apple.

TAGS:  VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, DIA INTERNACIONAL DA MULHER, DIA DA MULHER, MULHER, APLICATIVOS, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, PARTO HUMANIZADO, TECNOLOGIA CIDADÃ

fonte:http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/03/confira-12-apps-que-combatem-violencia-contra-mulher

Fonte:Portal EBC

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Defensoria Cidadã Itinerante na BCS Monte Cristo

19 de setembro 

Aconteceu na tarde desta sexta(18), a abertura do ciclo de palestras promovido pela Defensoria Cidadã Itinerante, que acontecerá sempre às sextas-feiras, finalizando no dia 09 de outubro. O evento realizado após parceria entre Polícia Militar, Polícia Civil e Defensoria Pública do Estado da Bahia, trará temas como o Direito de Família, Violência doméstica , Direito da Criança e do Adolescente , dentre outros e vai atender as comunidades dos bairros Monte Cristo, Antique, Santa Inês e Condomínio Pedro Fontes I e II. Serão disponibilizados atendimentos nas áreas de família e sucessões, crime, cível, fazenda pública, infância e juventude. 
Além das palestras, serão oferecidos serviços das Ações Cidadãs Ame e Adote (para adoção) e sou Pai Responsável (exame de DNA gratuito). Através da Central de Ações Rápidas poderão ser elaboradas ações judiciais no momento do seu atendimento.
Nesse primeiro momento, a comunidade assistiu a palestra com o tema: O que é defensoria pública?, ministrada pelo Dr. Rafson Ximenes. O evento contou com as presenças do Cap Pm Robson Farias (Sub comandante do 15º BPM), da Ten PM Heidilane (Comandante da BCS- Monte Cristo), do Dr. Andirley Nascimento (Presidente da OAB- Itabuna), do Dr. Rafson Ximenes( sub defensor geral) ,da Delegada Drª Katiana Amorim ( representando a 6ª COORPIN) e do Sr. Ari Soares (representando os moradores das comunidades locais).
O projeto possui ainda a Central de Mediação e Conciliação, aonde poderão ser feitos acordos de alimentos, guardas, direitos de visitas e partilhas de bem. O Núcleo de Apoio Psicológico também estará à disposição da comunidade. É importante lembrar que para ter acesso aos atendimentos será necessário estar portando os seguintes documentos: RG, CPF e COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA.

fonte: Polícia Militar da Bahia